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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O atraso causado pela ditadura na resistência LGBT

Descrição para cegos: foto da bandeira do movimento
LGBT, formada por faixas horizontais com as cores do
arco íris, levantada em um mastro e balançando com
vento.
Por Bruna Ferreira


Por volta dos anos 60, movimentos de liberação sexual ganharam força na Europa e nos Estados Unidos. Apesar do discurso proposto por esses grupos repercutir no Brasil, o período foi marcado pela repressão aos grupos de resistência LGBT que tentavam se organizar.
O Estado exigia que os cidadãos seguissem um padrão de moral conservador e fez com que homossexuais e travestis fossem perseguidos e presos por policiais, sob a alegação de defesa da moralidade defendida pelo governo. A comunidade LGBT vivia, assim, um medo constante.
A moral defendida pelo Estado foi usada também como pretexto para censurar as artes com temática LGBT. A televisão, meio de comunicação mais massificado na época, era que sofria mais censura, pois os militares acreditavam que a abordagem de temas ligados à homossexualidade podia corromper os jovens, além de associar o tema a pornografia.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

MPF denuncia genocídio indígena no Amazonas



Descrição para cegos: foto de vários integrantes do povo indígena olhando para câmera.

Em agosto deste ano, o Ministério Público Federal no Amazonas entrou na justiça cobrando indenização de 50 milhões de reais e um pedido de desculpas da União pelo genocídio em grande escala contra indígenas Waimiri-Atroari na época da ditadura. A violência aconteceu durante a construção da BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, e que foi construída diante de forte resistência da etnia que ocupa a região. O MPF alega que entre as décadas de 70 e 80, a população indígena caiu de 3 mil para apenas 332 indivíduos. Confira a notícia aqui, no site da Agência Brasil(Carlos Germano)

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Da tortura à resistência


Descrição para cegos: foto da entrada do memorial, onde está escrito “Memorial da Resistência de São Paulo: conquistas e desafios” ao lado da marca da instituição, constituída de 3 linhas horizontais e 3 verticais, que sugerem grades e cruzes (de Larissa Isabelle Herrera Diaz).

Por Marina Ribeiro

A partir da década de 1920, vários estados brasileiros criaram seus órgãos de repressão a crimes políticos, tendo, quase sempre, a sigla Dops para designar Departamento (ou delegacia) de Ordem Política e Social. Sob o governo
O de São Paulo foi o mais conhecido. Durante o Estado Novo e, principalmente, o Regime Militar, o Dops paulista agiu com mais intensidade para reprimir os “inimigos do sistema”. Investigou e fiscalizou movimentos sociais, greves, sindicatos, manifestações, e prendeu aqueles que apresentavam riscos ao regime.

domingo, 11 de junho de 2017

Histórias de luta contra a Ditadura Salazarista

Descrição para cegos: foto de Carmelinda Pereira, no comício do Partido 
Socialista, em 1975. Ela aparece de perfil, com o braço esquerdo 
erguido, em frente a um microfone, enquanto sorri.
Carmelinda Pereira, Eulália Vaz, Graça Pinto, Isabel do Carmo, Joana Lopes, Maria Antónia Palla. Esses são alguns nomes das 20 testemunhas que compõem a série de reportagens “Mulheres de Abril”, do jornal português Esquerda. São relatos, em primeira pessoa, a respeito de suas histórias de resistência e de luta contra a Ditadura Salazarista em Portugal (1933-1974). As mulheres relembram de suas atuações contra o governo de caráter fascista instalado no país, de como era a formação política da classe, a vida na prisão e o apoio que davam umas às outras. Confira os relatos no site. (Marcella Machado)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Livro expõe heranças negativas deixadas pela Ditadura


Descrição para cegos: foto do professor Giuseppe olhando para
 a câmera.
O livro Ditaduras Militares, Estado de Exceção e Resistência Democrática na América Latina reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas. A obra foi organizada por Giuseppe Tosi e Lúcia Guerra, dois professores da UFPB que atuam na área. Esse livro integra a Coleção Direitos Humanos, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade.
A ideia é contribuir para a compreensão de questões atuais a partir das práticas negativas que compõem o histórico dos regimes autoritários.
Ouça a entrevista que fiz com Giuseppe Tosi para o Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Cibelle Torres)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Pesquisa revela atuação do DOPS na ditadura

Descrição para cegos: a imagem mostra várias fichas criminais com fotos de presos segurando uma placa com número de identificação.
Na história da repressão aos movimentos sociais do Brasil, a sigla tem lugar destacado, mas não de forma relevante. DOPS podia denominar “departamento”, “delegacia” ou “divisão”, seguindo-se o complemento “de Ordem Política e Social”. Tanto no Estado Novo quanto na ditadura militar, tinha como competência o controle da produção de conteúdo e a repressão aos movimentos de oposição, muitas vezes transgredindo até a legislação do regime de exceção. No site do Jornal da UEM (Universidade Estadual de Maringá) está disponível uma matéria falando sobre a organização e funcionamento desse órgão de controle social. (Gabriela Güllich)

sábado, 19 de novembro de 2016

Cildo Meireles e a arte como denúncia

Descrição para cegos: a imagem mostra uma nota de 1 cruzeiro carimbada com a frase "Quem matou Herzog?"
Por Gabriela Güllich

“A reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”. A frase era usada por Cildo Meireles ao final de suas produções. O artista defendia uma visão de arte enquanto meio de democratização da informação e da sociedade. Por esse motivo, seu trabalho apresentava uma notável preocupação social.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O Pasquim: jornalismo criativo e de resistência

Descrição para cegos: a imagem contém um papel escrito "O Pasquim" e logo abaixo "a subversão do humor". 

Por Bianca Patrícia

O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro de grande importância na oposição ao regime militar que dialogou intensivamente com a contracultura à medida em que a repressão crescia no país. Foi idealizado no final de 1968 pelo cartunista Jaguar (Sérgio Jaguaribe), e pelos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral.
Teve a sua primeira edição em 26 de junho de 1969, mesmo ano em que foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país. Resultou em um grande sucesso editorial: em seu auge chegou a alcançar uma tiragem de 200 mil exemplares.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A ditadura brasileira e os quadrinhos

Descrição para cegos: charge de Henfil mostra uma multidão com faixas e cartazes escritos "Diretas já!", "O voto é nosso", "PQP", "Vote ou deixe-o", "Não ria de mim, Argentina", "FDP", "Aqui Teotônio", "Gaviões das Diretas" e "Queremos votar" encarando um único militar que segura um cassetete e grita por um megafone:"Voltem para suas casas! O povo é ilegal...".
    
 Apesar de toda censura e repressão, a ditadura não foi capaz de calar todas as vozes que gritavam por liberdade. Em meio ao regime militar de 1964, vários artistas deixaram sua marca se posicionando contra aquele ataque à democracia. Samir Naliato fez para o seu site Universo HQ uma lista de dez obras que abordam esse tema. A lista está disponível neste link. (Gabriela Güllich)

terça-feira, 26 de julho de 2016

Resistindo sem Temer

Descrição para cegos: foto mostra o auditório do CCJ lotado, tendo, em primeiro
plano, um grupo de mulheres mostrando cartazes com frases como  "Fora Temer",
"Nenhum direito a menos" e "Não ao golpe". 
Por Gabriela Güllich 
    
     Tem sido notável a atuação do movimento estudantil na campanha contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Isso é perceptível nas manifestações de rua, nas escolas e em eventos como o que aconteceu na última sexta-feira, no Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, para o lançamento do livro A Resistência ao Golpe de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

UFPB sediou lançamento de livro sobre o golpe contra Dilma

Descrição para cegos: foto mostra mesa do lançamento ocupada por cinco pessoas. Na frente da mesa, uma faixa com a imagem de um punho cerrado e o seguinte letriro: "Para barrar o ataque à educação pública - Fora Temer!"

Por Marina Cabral


       O lançamento de A Resistência ao Golpe de 2016 no auditório do Centro de Ciências Jurídicas, na noite da última sexta-feira, reuniu uma plateia ativa e convidados para uma mesa redonda em que elucidaram as diversas perspectivas do golpe. O livro, organizado pelos juristas Carol Proner, Gisele Cittadino, Marcio Tenenbaum e Wilson Ramos Filho, é o primeiro de três volumes que ainda serão publicados. A obra trata de esclarecer o golpe e seu aspecto parlamentar-midiático. A Diretora do CCJ, Maria Luiza Alencar, mediou a mesa de debates.

domingo, 8 de março de 2015

A ditadura no Uruguai, por Oscar Destouet

Descrição para cegos: a foto mostra o historiador Oscar Destouet de perfil. 
Em dezembro, durante o VIII Seminário Internacional de Direitos Humanos da UFPB, o historiador uruguaio Oscar Destouet participou de uma mesa redonda que discutiu as ditaduras e a resistência democrática na América Latina. Na ocasião, ele foi entrevistado pela repórter Samara Mello sobre a ditadura no Uruguai, a resistência ao regime e como seu país está trabalhando a memória daquele período. Ouça a entrevista:

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

ANPUH-Paraíba promove encontro sobre os 50 anos do Golpe de 31 de março 1964

Descrição para cegos: a imagem mostra o cartaz de divulgação do evento, uma foto escura com um panfleto contendo o logotipo da UEPB.

         De 25 e 29 de agosto, a Universidade Estadual da Paraíba, campus Campina Grande, vai reunir pesquisadores, professores e estudantes do Norte e Nordeste para o 16º Encontro Estadual de História.
         O encontro será promovido pela Regional Paraíba da Associação Nacional de História e pela UEPB. O evento tem como tema “Poder, memória e resistência: 50 anos do Golpe de 1964”. Na ocasião, serão realizadas oficinas, mesas redondas, simpósios temáticos e mostra de filmes. Na quinta feira (28) acontecerá a audiência com a Comissão da Verdade e da Memória do Estado da Paraíba. (Polyanna Gomes)

Para mais informações acesse o link abaixo