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sábado, 16 de dezembro de 2017

Gilberto Gil explica a música "Cálice"


Descrição para cegos: imagem mostra um verso da música Cálice: “Pai, afasta de mim esse cálice” escrito em papel envelhecido.


O canal de Valéria Diniz, ligado à música, disponibiliza um vídeo em que Gilberto Gil conta a história da composição da música Cálice, dele e Chico Buarque. Gil revela o significado das metáforas e como surgiram no processo de criação. Ele também fala da sua dificuldade de, ainda hoje, lidar com essa canção que faz referências ao sofrimento das pessoas durante os anos de chumbo. No vídeo ainda é possível assistir a um fragmento da tentativa dos autores de apresentarem a música em no show Phono 73, quando o som dos microfones foi cortado. Clique aqui para ver o vídeo. (Thalany Lima)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

"Qual Julinho? O da Adelaide"

Descrição para cegos: a foto mostra o desenho de um homem de cabelo ondulado e bigode, com duas cicatrizes no rosto, característica do personagem criado por Chico Buarque. Ao fundo, uma manchete de jornal: "O samba duplex e pragmático de Julinho da Adelaide"
Por Gabriela Güllich
Em setembro de 1974, Mário Prata, então repórter no jornal Última Hora, publicou uma entrevista com Julinho da Adelaide, compositor que vinha ganhando fama no espaço da MPB. Nessa entrevista, Julinho contou, entre outras coisas, como acabou ficando conhecido no meio artístico e de onde veio seu nome. “Eu me chamo Julinho da Adelaide porque todo mundo só me chama assim lá no morro. Acontece que a minha mãe é mais famosa do que eu lá no Rio. Minha mãe é célebre(...) O feijão branco dela é conhecido lá no morro. Então todo mundo perguntava assim: qual Julinho? O Julinho da Adelaide”.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O Pasquim: jornalismo criativo e de resistência

Descrição para cegos: a imagem contém um papel escrito "O Pasquim" e logo abaixo "a subversão do humor". 

Por Bianca Patrícia

O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro de grande importância na oposição ao regime militar que dialogou intensivamente com a contracultura à medida em que a repressão crescia no país. Foi idealizado no final de 1968 pelo cartunista Jaguar (Sérgio Jaguaribe), e pelos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral.
Teve a sua primeira edição em 26 de junho de 1969, mesmo ano em que foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país. Resultou em um grande sucesso editorial: em seu auge chegou a alcançar uma tiragem de 200 mil exemplares.