Mostrando postagens com marcador Lúcia Guerra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lúcia Guerra. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Livro expõe heranças negativas deixadas pela Ditadura


Descrição para cegos: foto do professor Giuseppe olhando para
 a câmera.
O livro Ditaduras Militares, Estado de Exceção e Resistência Democrática na América Latina reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas. A obra foi organizada por Giuseppe Tosi e Lúcia Guerra, dois professores da UFPB que atuam na área. Esse livro integra a Coleção Direitos Humanos, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade.
A ideia é contribuir para a compreensão de questões atuais a partir das práticas negativas que compõem o histórico dos regimes autoritários.
Ouça a entrevista que fiz com Giuseppe Tosi para o Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Cibelle Torres)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Livro propõe discutir a ditadura na sala de aula

Descrição para cegos: livro "Direito à memória e à verdade: Saberes e praticas docentes" a capa contém uma jaula arrebentada e uma pomba voando

Por Marina Cabral

Na última quinta-feira (25), foi lançado na UFPB o livro Direito à memória e à verdade: Saberes e práticas docentes, elaborado pelas professoras Lúcia de Fátima Guerra Ferreira, Maria de Nazaré Tavares Zenaide e Vilma Lurdes Barbosa e Melo, com a colaboração de Márcia de Albuquerque e Carmélio Reynaldo Ferreira e ilustrações por Flávio Tavares.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O legado de Linda Bimbi

Descrição para cegos: a imagem mostra um desenho de Linda Bimbi feito por Gabriela Güllich

Linda Bimbi foi uma ex-freira italiana que lutou pelos direitos humanos. Educadora, atuava na linha de pedagogia freireana, apoiando marginalizados e perseguidos pela ditadura no Brasil. Nos anos 1970, participou da organização do Tribunal Russell II, para os crimes contra a humanidade cometidos pelos governos militares na América Latina. Serviu à Fundação Internacional pelo Direito e Liberdade dos Povos, e ao Tribunal Permanente dos Povos, além de ser responsável também pela escola de Jornalismo da Fundação Lelio e Lisli Basso. A pedagoga morreu no último dia 11, aos 91 anos. Em uma homenagem no Facebook, a professora Lúcia Guerra falou um pouco do legado de Linda Bimbi. (Marina Cabral)