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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Transexuais: visibilidade na ditadura militar brasileira

Descrição para cegos: a foto mostra uma travesti deitada no chão sendo detida por dois homens.

Onde estavam as travestis durante a ditadura? Essa pergunta estimulou Helena Vieira, colaboradora da revista Fórum, a levantar questões de visibilidade e verdade sobre transexuais durante o regime militar no Brasil, reconhecendo a quase inexistência de estudos sobre o assunto. Contemporaneamente, a transexualidade vem ganhando espaço não só no que diz respeito às liberdades individuais, mas também no direito à memória como grupo culturalmente oprimido. Das violações sofridas até a atuação em grupos de resistência, a história ganha novos atores sociais a partir de um olhar mais atento ao passado, contextualizando esses indivíduos marginalizados e dando visibilidade e oportunidade para as suas vozes. A matéria ainda conta com trechos de relatórios da Comissão Nacional da Verdade (CNV) que mostram a situação que esses personagens enfrentaram no país. Confira a publicação aqui. (Bianca Patrícia)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Militar nomeado por Temer é crítico ferrenho da Comissão da Verdade


Descrição para cegos: foto mostra Sérgio Etchgoyen, ladeado à direita pelo presidente interino Michel Temer e, à esquerda, por um auxiliar do governo, em reunião.

Por Iago Sarinho
Instalada oficialmente em 12 de maio de 2012, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) publicou seu relatório final no dia 10 de dezembro de 2014. No decorrer desse processo de investigação, recolhimento de depoimentos e levantamento de dados, além da reconhecida atuação no restabelecimento da memória e verdade relativa ao período da ditadura militar brasileira, encontrou em seu caminho opositores e críticos, estes, normalmente ligados à famílias de acusados e investigados pela comissão.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Quem foi Ustra e por que Bolsonaro mais uma vez mostrou sua verdadeira cara?


Descrição para cegos: A foto mostra o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, primeiro agente da ditadura
a ser reconhecido como torturador pela justiça brasileira, olhando diretamente para a câmera.

Por Edgley Lemos


A despeito do que foi o dia de votação do prosseguimento do processo de impeachment, no último domingo, uma lembrança perturbadora e preocupante foi trazida a tona pelo deputado federal pelo PSC do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro. Sempre buscando chamar atenção, em todo e qualquer pronunciamento, o deputado exaltou o Coronel Carlos Brilhante Ustra em seu voto a favor do impedimento da presidenta Dilma. “Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff’’, disse.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Rui Moreira Lima fala da ditadura

Descrição para cegos: a foto mostra Rui Moreira Lima gesticulando.
Quem já ouviu falar desse nome, reconhece sua postura e o quão nobre foi sua ação. Rui Moreira foi um brigadeiro, tido por muitos como herói da Segunda Guerra Mundial, que negou e combateu o golpe militar de 1964. Morreu em agosto de 2013 deixando um depoimento histórico à Comissão Nacional da Verdade. (Normando Junior)

Vale a pena conferir. Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=FuY1K7_hIZA

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ivo Herzog e a importância da retificação do atestado de óbito do pai

Descrição para cegos: a imagem mostra a certidão de óbito
de Vladimir Herzog.

Na quarta-feira 30 de julho, Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, morto pela ditadura militar, falou sobre a importância da mudança do atestado de óbito de seu pai. O diretor do Instituto Vladimir Herzog participou da II Semana de Jornalismo, organizada pelo Centro Acadêmico de Jornalismo da UFPB.
No registro de 1975 (durante a ditadura militar) constava que Vladimir havia morrido por asfixia mecânica, imputando-se na época suicídio. No entanto, em 2012, a viúva Clarice Herzog solicitou a retificação do óbito, pedido este encaminhado à Justiça por Gilson Dipp, primeiro coordenador da Comissão Nacional da Verdade.
Ivo Herzog falou aos alunos e professores da Universidade Federal da Paraíba que a retificação do atestado de óbito de Vladimir Herzog representa uma “abertura da ‘porteira’ para que outras famílias de assassinados políticos sigam o caminho da busca pela verdade, já que a primeira certidão de óbito de Vladimir encobria a real causa da morte”.
Em 15 de Março de 2013 a família do jornalista recebeu um novo atestado de óbito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), que traz como causa da morte “lesões e maus tratos sofridos durante interrogatório nas dependências do 2º Exército DOI-Codi”.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

ANPUH-Paraíba promove encontro sobre os 50 anos do Golpe de 31 de março 1964

Descrição para cegos: a imagem mostra o cartaz de divulgação do evento, uma foto escura com um panfleto contendo o logotipo da UEPB.

         De 25 e 29 de agosto, a Universidade Estadual da Paraíba, campus Campina Grande, vai reunir pesquisadores, professores e estudantes do Norte e Nordeste para o 16º Encontro Estadual de História.
         O encontro será promovido pela Regional Paraíba da Associação Nacional de História e pela UEPB. O evento tem como tema “Poder, memória e resistência: 50 anos do Golpe de 1964”. Na ocasião, serão realizadas oficinas, mesas redondas, simpósios temáticos e mostra de filmes. Na quinta feira (28) acontecerá a audiência com a Comissão da Verdade e da Memória do Estado da Paraíba. (Polyanna Gomes)

Para mais informações acesse o link abaixo

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Elizabeth Teixeira fala das Ligas Camponesas em audiência pública realizada em Sapé


Descrição para cegos: foto de Elizabeth Teixeira falando no microfone.
Rememorar é conhecer mais da história, é educar-se, voltando ao passado. Buscando essa compreensão, o nosso blog, através do link abaixo, traz falas pontuais de Elizabeth Teixeira acerca do processo histórico das Ligas Camponesas, em audiência pública da Comissão Nacional da Verdade realizada na cidade de Sapé . Elizabeth é viúva do ex-líder camponês João Pedro Teixeira, e teve participação crucial no movimento dos trabalhadores do campo. (Normando Junior)