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sábado, 5 de agosto de 2017

Ñasaindy Barrett de Araújo, a filha de Soledad (ed. 29/7/2017)

Descrição para cegos: foto de Ñasaindy no estúdio, falando ao microfone.

           Ela nasceu em Cuba, veio para o Brasil aos 11 anos e durante muito tempo viveu sem a documentação que refletisse sua verdadeira filiação: José Maria Ferreira de Araújo, de família paraibana, e Soledad Barrett Viedma, paraguaia, ambos mortos pela ditadura. Os impactos e encontros que a vida lhe trouxe, Ñasaindy transformou em poesia, que ela reuniu no livro Do que foi pra ser Agora, em pré-venda pela Editora Mondrongo. Sobre o livro, sua história e a dos seus pais, Ñasaindy foi entrevistada para o Espaço Experimental pela repórter Marina Cabral.O programa é uma produção da Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB e vai ao ar na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) todos os sábados, às 9h. (Bruna Ferreira)


domingo, 16 de julho de 2017

Quem era o menino chamado Vlado?

Descrição para cegos: duas ilustrações. A primeira mostra
um menino com pássaro pousado na mão esquerda 
e a segunda mostra uma mulher de braços dados 
com um homem que segura o menino no colo.

O livro Um Menino chamado Vlado é uma obra voltada para o público infanto-juvenil e de autoria da jornalista e pós-doutora em História Marcia Camargos. A ideia dessa biografia surgiu do desejo de explicar para crianças e adolescentes o que foi a ditadura militar tendo a história de Vladimir Herzog como fio condutor. Em uma matéria feita pela Equipe do Instituto NET Claro Embratel, a autora comenta como a obra foi construída. Para ter acesso à matéria, clique aqui. (Cibelle Torres)

terça-feira, 13 de junho de 2017

Livro narra trajetória de Elizabeth Teixeira

Descrição para cegos: a imagem traz a capa do livro, que contém o título, 
o nome da autora e, ao fundo, uma foto de Elizabeth Teixeira 
olhando para baixo e sorrindo.

Por Marisa Rocha

Elizabeth Teixeira: mulher da terra é um livro escrito por Ayala Rocha sobre a vida e luta da líder camponesa. Elizabeth, ao lado do marido João Pedro Teixeira, é uma das grandes personagens da história das Ligas Camponesas no Brasil.
O livro mergulha fundo na história de Elizabeth, trazendo detalhes de acontecimentos como o assassinato de João Pedro e a perseguição, prisão e clandestinidade vividas por ela durante a Ditadura. Neste período, a líder camponesa viveu o que talvez tenha sido a parte mais difícil da sua trajetória: o afastamento dos onze filhos e a dúvida acerca do paradeiro deles.
Ayala Rocha bebeu a água da fonte primária para reunir tais informações, visto que trabalhou com Elizabeth e pode obter os relatos diretamente da protagonista. Além disso, ela é casada com Vanderley Caixe, que foi advogado das Ligas no Nordeste.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Uma viagem pelos Anos de Chumbo

Descrição para cegos: capa do livro, 
que tem o titulo em letras grandes 
e embaixo dele, três fotos encaixadas 
em uma tira de filme fotográfico;
a primeira mostra mulheres 

reunidas em uma passeata,
 a segunda um grupo de militares

 fazendo barreira em uma manifestação
 e a terceira um barco típico
dos que navegam nos rios da Amazônia.
Por Cibelle Torres

O livro Mochileiros nos Anos de Chumbo é uma releitura dos diários de viagem de Sérgio Aspahan e Márcio Godinho. Os diários foram escritos durante o período mais violento da ditadura no Brasil, os Anos de Chumbo (década de 70), época em que os autores eram estudantes do primeiro semestre de Comunicação Social e divulgavam e colaboravam com um jornal de esquerda, o Movimento.
A obra mostra as aventuras vividas pelos jovens quando embarcaram em uma viagem sem previsão de retorno pelo Norte e Nordeste do Brasil. As caronas, as noites mal dormidas, o medo dos militares e as histórias enviadas para o Movimento compõem a narrativa muito próxima dos manuscritos originais, mas ficou ainda mais rica com o acréscimo de mapas, documentos e recortes de jornais.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Poemas do cárcere

Descrição para cegos: foto do livro citado no texto
 em cima de outros livros. A capa do apresenta
 uma parede de tijolos que lembra os 
muros da prisão e, sobre ela, estão
 escritos os nomes da obra e do autor.
Por Cibelle Torres

Vanderley Caixe procurando pelo sono ou recordando-se de Dionila camponesa; atormentado na pequena cela ou passeando por entre outros presos no pátio da prisão; pensando no novo homem que vive para o capital ou tomado pelo silêncio quando chega a noite em Presidente Wenceslau, narra por meio de 19 poemas os momentos vividos por ele enquanto esteve na prisão.
Em 1969, na região de Ribeirão Preto, Vanderley e alguns jovens estudantes, operários e camponeses foram presos e torturados, porém, mesmo encarcerados, seguiram lutando por meio de denúncias, protestos e greves de fome; e, entre lutas e torturas, os poemas foram surgindo.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Indígenas e ditadura: história contada em livro

Descrição para cegos: imagem da capa do
livro, contendo 3 retângulos, que trazem, cada
um , o título, o autor e o nome da  coleção
"Arquivos da Repressão no Brasil" 
Ao fundo, aparece um rosto masculino cortado
em diversas partes.

Por Marisa Rocha


       Nos 21 anos em que a Ditadura tomou conta do Brasil, a população como um todo foi prejudicada de inúmeras maneiras. Porém, nesse período, alguns grupos foram mais atingidos do que outros. Entre eles, os indígenas, personagens principais do livro Os Fuzis e as Flechas - História de Sangue e Resistência Indígena na Ditadura. 
       A obra, recém lançada, narra o sofrimento dos índios ao longo da Ditadura, trazendo depoimentos e registros de diversas tribos. A maioria dos relatos contém informações inéditas.
      Durante um ano, o jornalista e autor do livro, Rubens Valente, viajou por dez estados brasileiros para reunir as informações. Entre elas, as diversas formas como os índios tiveram suas vidas ceifadas pela repressão. 
       Foram entrevistados sertanistas, missionários e os próprios índios, ao longo de 14 mil quilômetros percorridos de carro por Valente. O repórter visitou também dez aldeias do Amazonas, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. 
     

quinta-feira, 6 de abril de 2017

A Ditadura na Baixada Fluminense

Descrição para cegos: imagem mostra a capa do
livro "A Baixada Fluminense e a Ditadura Militar -
Movimentos sociais, repressão e poder local".
Consiste do título da obra em letras grandes,
sobre um fundo esmaecido de um alambrado.
Foto: Divulgação.

Por Marisa Rocha

O período da Ditadura Militar afetou a vida dos brasileiros em diversos aspectos. Alguns deles, como a política, estiveram na linha de frente no que diz respeito à repressão. O governo municipal de Nova Iguaçu, por exemplo, sofreu grande interferência militar. A cidade teve diversos prefeitos com mandatos cassados, quando estes se mostravam contrários ao governo dos militares. 
O procedimento era o seguinte: a Câmara Municipal, sob ordens dos militares, abria um processo pedindo o afastamento do prefeito em exercício, alegando que havia irregularidades no governo. Após alguns meses afastado, o prefeito era destituído do cargo e substituído por um interventor, indicado pela repressão. Vale ressaltar que na maioria desses casos as acusações não eram investigadas, tampouco comprovadas.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Livro expõe heranças negativas deixadas pela Ditadura


Descrição para cegos: foto do professor Giuseppe olhando para
 a câmera.
O livro Ditaduras Militares, Estado de Exceção e Resistência Democrática na América Latina reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas. A obra foi organizada por Giuseppe Tosi e Lúcia Guerra, dois professores da UFPB que atuam na área. Esse livro integra a Coleção Direitos Humanos, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade.
A ideia é contribuir para a compreensão de questões atuais a partir das práticas negativas que compõem o histórico dos regimes autoritários.
Ouça a entrevista que fiz com Giuseppe Tosi para o Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Cibelle Torres)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Relançamento de livro sobre Elizabeth Teixeira marcou dia do seu aniversário

Descrição para cegos: foto de Ayala Rocha autografando um exemplar do livro.
No último dia 13, a escritora Ayala Rocha relançou o livro Elizabeth Teixeira, mulher da terra, que narra a história da líder camponesa. A primeira edição saiu em dois mil e nove. Esta segunda foi publicada graças a parceria do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos com o Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB.
O relançamento ocorreu na abertura da Semana Elizabeth Teixeira, na Sala Aruanda, no CCTA. Nesse dia, Elizabeth completou 92 anos de idade e recebeu diversas homenagens. Ouça a entrevista que eu fiz com Ayala para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB, onde ela conta o processo de elaboração do livro e a importância da líder camponesa (Marisa Rocha).

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Livro propõe discutir a ditadura na sala de aula

Descrição para cegos: livro "Direito à memória e à verdade: Saberes e praticas docentes" a capa contém uma jaula arrebentada e uma pomba voando

Por Marina Cabral

Na última quinta-feira (25), foi lançado na UFPB o livro Direito à memória e à verdade: Saberes e práticas docentes, elaborado pelas professoras Lúcia de Fátima Guerra Ferreira, Maria de Nazaré Tavares Zenaide e Vilma Lurdes Barbosa e Melo, com a colaboração de Márcia de Albuquerque e Carmélio Reynaldo Ferreira e ilustrações por Flávio Tavares.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Resistindo sem Temer

Descrição para cegos: foto mostra o auditório do CCJ lotado, tendo, em primeiro
plano, um grupo de mulheres mostrando cartazes com frases como  "Fora Temer",
"Nenhum direito a menos" e "Não ao golpe". 
Por Gabriela Güllich 
    
     Tem sido notável a atuação do movimento estudantil na campanha contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Isso é perceptível nas manifestações de rua, nas escolas e em eventos como o que aconteceu na última sexta-feira, no Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, para o lançamento do livro A Resistência ao Golpe de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

UFPB sediou lançamento de livro sobre o golpe contra Dilma

Descrição para cegos: foto mostra mesa do lançamento ocupada por cinco pessoas. Na frente da mesa, uma faixa com a imagem de um punho cerrado e o seguinte letriro: "Para barrar o ataque à educação pública - Fora Temer!"

Por Marina Cabral


       O lançamento de A Resistência ao Golpe de 2016 no auditório do Centro de Ciências Jurídicas, na noite da última sexta-feira, reuniu uma plateia ativa e convidados para uma mesa redonda em que elucidaram as diversas perspectivas do golpe. O livro, organizado pelos juristas Carol Proner, Gisele Cittadino, Marcio Tenenbaum e Wilson Ramos Filho, é o primeiro de três volumes que ainda serão publicados. A obra trata de esclarecer o golpe e seu aspecto parlamentar-midiático. A Diretora do CCJ, Maria Luiza Alencar, mediou a mesa de debates.