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domingo, 16 de julho de 2017

Quem era o menino chamado Vlado?

Descrição para cegos: duas ilustrações. A primeira mostra
um menino com pássaro pousado na mão esquerda 
e a segunda mostra uma mulher de braços dados 
com um homem que segura o menino no colo.

O livro Um Menino chamado Vlado é uma obra voltada para o público infanto-juvenil e de autoria da jornalista e pós-doutora em História Marcia Camargos. A ideia dessa biografia surgiu do desejo de explicar para crianças e adolescentes o que foi a ditadura militar tendo a história de Vladimir Herzog como fio condutor. Em uma matéria feita pela Equipe do Instituto NET Claro Embratel, a autora comenta como a obra foi construída. Para ter acesso à matéria, clique aqui. (Cibelle Torres)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Prazer, estes são meus pais!

Descrição para cegos: foto de Roseann Kennedy caminhando 
com Matheus Leão em uma praça. Atrás deles 
há um lago com esculturas em forma de colunas
 e jardins com árvores. A jornalista leva o livro na mão direita.

O livro Em Nome dos Pais, escrito pelo jornalista Matheus Leitão e lançado em maio deste ano, narra a história da ditadura militar no Brasil a partir da vivência dos seus pais, ambos presos e torturados durante os anos de chumbo. A jornalista Roseann Kennedy, apresentadora do programa Conversa com Roseann Kennedy da TV Brasil, entrevistou o autor que durante dez anos buscou compreender o que levou seus pais aos porões da ditadura. Para assistir à entrevista e saber mais sobre o livro, clique aqui. (Cibelle Torres)

sábado, 3 de junho de 2017

Quantos frascos de anticorrupção curam o Brasil?

Descrição para cegos: foto da gravação da entrevista em que aparecem
 Raimundo Pereira, Marina Amaral e Pedro Campos, 
da esquerda para a direita, sentados. 
Atrás deles o nome Pública Agência de Jornalismo Investigativo.
Em meio a tantos escândalos políticos, o Brasil nunca usou tanto a palavra “corrupção”. Mas será que aproveitar-se do poder para obter vantagens é um hábito recente no país? Aos 53 anos do Golpe de 1964, Marina Amaral, codiretora da Pública (Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo), convidou o ex-diretor do jornal Movimento Raimundo Pereira e o historiador Pedro Campos para uma entrevista que analisa e narra histórias de corrupção durante a ditadura militar. (Cibelle Torres)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Uma viagem pelos Anos de Chumbo

Descrição para cegos: capa do livro, 
que tem o titulo em letras grandes 
e embaixo dele, três fotos encaixadas 
em uma tira de filme fotográfico;
a primeira mostra mulheres 

reunidas em uma passeata,
 a segunda um grupo de militares

 fazendo barreira em uma manifestação
 e a terceira um barco típico
dos que navegam nos rios da Amazônia.
Por Cibelle Torres

O livro Mochileiros nos Anos de Chumbo é uma releitura dos diários de viagem de Sérgio Aspahan e Márcio Godinho. Os diários foram escritos durante o período mais violento da ditadura no Brasil, os Anos de Chumbo (década de 70), época em que os autores eram estudantes do primeiro semestre de Comunicação Social e divulgavam e colaboravam com um jornal de esquerda, o Movimento.
A obra mostra as aventuras vividas pelos jovens quando embarcaram em uma viagem sem previsão de retorno pelo Norte e Nordeste do Brasil. As caronas, as noites mal dormidas, o medo dos militares e as histórias enviadas para o Movimento compõem a narrativa muito próxima dos manuscritos originais, mas ficou ainda mais rica com o acréscimo de mapas, documentos e recortes de jornais.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Da prece às ruas

Descrição para cegos: a imagem mostra o convite para a missa
 de 7° dia de Alexandre Vannucchi. Foto: DCE Livre da USP.

Por Cibelle Torres

São Paulo, 30 de março de 1973. Mais um dia comum do Regime Militar; violência, censura e terror ainda faziam parte do cotidiano dos brasileiros. Porém, naquela sexta-feira um movimento diferente acontecia na Catedral da Sé.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Ainda estou aqui

Descrição para cegos: a foto em preto e branco mostra um papel envelhecido com a frase 
“ainda estou aqui”.
Por Cibelle Torres

Nasci em março de 1964 no auge de um governo enfraquecido. O medo do comunismo me gerou rapidamente na mente dos conservadores que há algum tempo clamavam a Deus por liberdade e aos militares por salvação.
Antes de mim a violência e a dor já faziam morada nesta Terra de Santa Cruz. É muito fácil crescer à custa do sofrimento de índios, negros e mulheres, esses porém, também sofreram em minhas mãos, e como sofreram! Estudantes, artistas, jornalistas, trabalhadores... silenciei a todos que pude, o silêncio faria os atos cometidos por mim desaparecerem e a história seria contada de acordo com as minhas verdades.