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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Reforma no Ensino Médio fracassou na Ditadura

Descrição para cegos: a imagem mostra três homens e uma mulher em um laboratório de uma 
escola estadual de Curitiba. Sobre a mesa estão frascos, funis e garrafas. O homem no 
centro da imagem realiza um experimento e é observado por duas das 
pessoas, enquanto um outro homem analisa um objeto à parte.

Um instrumento fundamental para a melhoria da educação no país. Liberdade para o estudante escolher as disciplinas a cursar. Formação para o mercado de trabalho. A embalagem é 2017, mas o conteúdo é antigo, datado de 1971, em plena Ditadura Militar no Brasil. A reforma no Ensino Médio, tal qual a que está em implantação hoje é reflexo da tentativa de reformulação do passado. Uma história com tantas semelhanças não estará fadada ao fracasso? Veja o que aconteceu naquela época na reportagem da Agência Senado. (Marcella Machado)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Livro propõe discutir a ditadura na sala de aula

Descrição para cegos: livro "Direito à memória e à verdade: Saberes e praticas docentes" a capa contém uma jaula arrebentada e uma pomba voando

Por Marina Cabral

Na última quinta-feira (25), foi lançado na UFPB o livro Direito à memória e à verdade: Saberes e práticas docentes, elaborado pelas professoras Lúcia de Fátima Guerra Ferreira, Maria de Nazaré Tavares Zenaide e Vilma Lurdes Barbosa e Melo, com a colaboração de Márcia de Albuquerque e Carmélio Reynaldo Ferreira e ilustrações por Flávio Tavares.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Lançada Frente Paraibana Escola Sem Mordaça

Descrição para cegos: foto mostra uma jovem amordaçada segurando o manifesto da Frente Paraibana Escola sem Mordaça.

Por Gabriela Güllich


Ocorreu na última quinta-feira (11/08), no Centro de Vivências da UFPB, o lançamento da Frente Paraibana Escola Sem Mordaça, que reúne sindicatos, entidades e organizações da sociedade civil, com o intuito de estimular uma mobilização democrática contra o movimento Escola Sem Partido.
Para o debate, foram convidados Fabiano Farias, coordenador nacional do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica, e Jacqueline Lima, professora da Universidade Federal de Goiás e diretora do Andes/Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Vermelha por dentro

Descrição para cegos: foto mostra a entrevistada Maria Salete gesticulando enquanto fala.

Maria Salete Van der Pöel nasceu em Campina Grande, na Paraíba, na família Agra, uma das mais tradicionais daquela cidade. Na década de 1960, atuou na Juventude Estudantil Católica, na Juventude Universitária Católica e na Campanha de Educação Popular da Paraíba (Ceplar) alfabetizando jovens, adultos, presidiários e prostitutas o que lhe custou perseguições pelo regime militar. Professora aposentada da UFPB, ela atua na Educação de Jovens e Adultos com a Rede de Letramento da Paraíba (Releja), fundada por ela e seu marido, Cornelis Van de Pöel. A repórter Samara Mello a encontrou para uma conversa sobre seus anos de militância. Dessa conversa surgiu o curta Vermelha por Dentro, de produção de Samara e edição de Janaína Lacerda. O curta metragem sobre a história de Salete Van der Pöel você confere em seguida:

sábado, 28 de março de 2015

Porque a ditadura não é a solução

Descrição para cegos: a foto mostra um homem sendo carregado por outros
três homens com uma Kombi ao fundo. 
  O motivo a revista deixa claro logo no início: a desinformação que se alastra sobre a ditadura no Brasil.
 Com a matéria a seguir, a Superinteressante derruba os principais argumentos dos que defendem um golpe militar como solução para os problemas nacionais.

10 mitos sobre a ditadura no Brasil
(ou Por que você não deve querer que ela volte)
de Rôney Rodrigues
            Em 1964, um golpe de estado que derrubou o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura no Brasil. O regime autoritário militar durou até 1985. Censura, exílio, repressão policial, tortura, mortes e “desaparecimentos” eram expedientes comuns nesses “anos de chumbo”. Porém, apesar de toda documentação e testemunhos que provam os crimes cometidos durante o Estado de exceção, tem gente que acha que naquela época “o Brasil era melhor”. Mas pesquisas da época – algumas divulgados só agora, graças à Comissão Nacional da Verdade – revelam que o período não trouxe tantas vantagens para o país.