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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Semana de Jornalismo discute mídia e política

Descrição para cegos: o cartaz de divulgação da mesa de debates "Mídia e política", além dos informativos do local (Auditório da Reitoria), data (04 de maio) e hora (9h), mostra fotos dos integrantes da discussão. Da esquerda para a direita: Ana Adelaide, Estela Bezerra, Rafael Freire, Josival Pereira e Carmélio Reynaldo.

Por Iago Sarinho

Em um momento conturbado na política brasileira e, por conseguinte, nas análises, coberturas e relações da mídia com o poder, a 4ª Semana de Jornalismo Vladimir Herzog discute na manhã desta quarta-feira (3), no auditório da Reitoria da UFPB, a partir das 9h, às relações entre o trabalho jornalístico e a política.
Da mesa de debates, que terá a mediação do professor do curso de Jornalismo da UFPB Carmélio Reynaldo, participarão os jornalistas Rafael Freire (Jornal A Verdade) e Josival Pereira (TV Tambaú), a cientista política e professora do Centro de Ciências Jurídicas da UFPB Ana Adelaide, além da deputada estadual pelo PSB e também jornalista Estela Bezerra

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Censura à imprensa e à cultura na Paraíba durante a ditadura entra em pauta


Descrição para cegos: a foto mostra integrantes da mesa de debates durante a audiência da Comissão da Verdade.

Por Sandro Alves de França


A Paraíba registrou diversos casos de abusos, violência e restrições operadas pela repressão da Ditadura Militar (1964-1985). A Comissão Estadual a verdade foi instalada em março de 2013 para apurar as violações cometidas no estado e a paraibanos em outros estados.
       Durante audiência realizada em abril, na UFPB, a Comissão da Verdade debateu a ação do regime militar pra restringir a liberdade de imprensa e censurar jornais, rádios, livros, filmes e peças de teatro. Qualquer veículo de imprensa ou conteúdo artístico que tivesse uma abordagem política mais direta ou incomodasse os interesses do regime.

domingo, 12 de outubro de 2014

Prêmio Vladimir Herzog tem vencedor paraibano

Descrição para cegos: imagem mostra o logotipo da premiação, um V seguido de um H e uma gota vermelha, seguido pela legenda "3º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos".

Os vencedores do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos foram conhecidos no último dia 30 de setembro, em uma sessão pública da Câmara Municipal de São Paulo.
O prêmio acontece em âmbito nacional e tem oito categorias. Ele promove o reconhecimento de jornalistas com trabalhos voltados à promoção da democracia, cidadania e direitos humanos e sociais.
Nesta edição, o vencedor da categoria Rádio foi o jornalista da CBN João Pessoa Hebert Araújo. Ele conquistou o prêmio com a matéria “História de Flor”, na qual narra a vida da líder sindical paraibana Margarida Maria Alves, assassinada em 1983.

Confira aqui a lista completa dos vencedores e aqui a matéria vencedora da categoria rádio. (Samara Mello)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ivo Herzog e a importância da retificação do atestado de óbito do pai

Descrição para cegos: a imagem mostra a certidão de óbito
de Vladimir Herzog.

Na quarta-feira 30 de julho, Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, morto pela ditadura militar, falou sobre a importância da mudança do atestado de óbito de seu pai. O diretor do Instituto Vladimir Herzog participou da II Semana de Jornalismo, organizada pelo Centro Acadêmico de Jornalismo da UFPB.
No registro de 1975 (durante a ditadura militar) constava que Vladimir havia morrido por asfixia mecânica, imputando-se na época suicídio. No entanto, em 2012, a viúva Clarice Herzog solicitou a retificação do óbito, pedido este encaminhado à Justiça por Gilson Dipp, primeiro coordenador da Comissão Nacional da Verdade.
Ivo Herzog falou aos alunos e professores da Universidade Federal da Paraíba que a retificação do atestado de óbito de Vladimir Herzog representa uma “abertura da ‘porteira’ para que outras famílias de assassinados políticos sigam o caminho da busca pela verdade, já que a primeira certidão de óbito de Vladimir encobria a real causa da morte”.
Em 15 de Março de 2013 a família do jornalista recebeu um novo atestado de óbito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), que traz como causa da morte “lesões e maus tratos sofridos durante interrogatório nas dependências do 2º Exército DOI-Codi”.