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terça-feira, 4 de julho de 2017

Comissão Camponesa da Verdade

Descrição para cegos: foto da professora Ana Paula Romão, à esquerda,
  e do professor Eduardo Fernandes, à direita, durante a entrevista. 
No campo, assassinatos, torturas, prisões arbitrárias e desaparecimentos vitimaram lideranças camponesas que despontavam na luta pela reforma agrária, e essa violência começou antes mesmo do golpe de 1964. Com a ditadura, os desmandos se acirraram e o número de vítimas ainda é incerto. Foi com o objetivo de tentar aclarar mais essa história que atuou a Comissão Camponesa da Verdade. Ouça a entrevista que fiz com os professores Ana Paula Romão e Eduardo Fernandes, integrantes dessa comissão, para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Marisa Rocha)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Projeto resgata história de militantes que combateram a ditadura na Paraíba

Descrição para cegos: foto do professor Paulo Giovani olhando para a câmera. 
A pesquisa estudou as ações de determinados segmentos da sociedade civil durante os anos de chumbo na Paraíba. O estudo focou em grupos de estudantes, de trabalhadores e na igreja, que atuaram na oposição ao regime militar. O trabalho foi coordenado pelo professor do Departamento de História da UFPB Paulo Giovani, que conversou com o repórter Lucas Campos em entrevista produzida para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFPB. (Matheus Couto)

                                    

terça-feira, 30 de maio de 2017

Evento discutiu o autoritarismo que se perpetua no cenário político

Descrição para cegos: foto do auditório durante o evento. Veem-se
 os quatro palestrantes na mesa e pessoas ocupando cadeiras 
no auditório.
Realizada quinta-feira, a mesa redonda Estamos Livres do Autoritarismo? O Estado Novo faz 80 anos fez parte do II Encontro Nacional de História Política. Organizado pelo Grupo de Trabalho de História Política de Associação Nacional de História, o evento foi da quinta-feira ao domingo, na UFPB. A mesa refletiu sobre os tempos de tirania do Estado Novo e como o cenário de repressão se perpetua na política brasileira. Um exemplo dado foi o que aconteceu quarta-feira em Brasília contra manifestantes que protestavam contra o governo federal. Realizada por centrais sindicais e ativistas políticos, a manifestação foi brutalmente rechaçada pela Polícia Militar e pela Força Nacional. Fizeram parte da mesa redonda professores da PUC-Rio Grande do Sul e da Universidade Federal de Campina Grande. Também esteve presente a pesquisadora visitante sênior na UniRio, professora Ângela Maria de Castro Gomes.

terça-feira, 28 de março de 2017

Ex-presos políticos lançam livro escrito na prisão denunciando a ditadura

Descrição para cegos: foto de Aton Fon olhando para a
câmera. Atrás dele há cadeiras de um auditório e algumas
pessoas conversando.
A Repressão Militar-Policial no Brasil – O livro chamado João foi gerado nos anos 1970, enquanto os autores eram presos políticos da ditadura. O livro teve autoria coletiva de nove militantes, dentre os quais Aton Fon e Manoel Cyrillo, que, na última terça-feira, foram à UFPB para lançá-lo. Para Aton Fon, o livro é uma prova histórica da repressão, mas, também, de resistência.
Ouça a entrevista que fiz com Aton para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Rebeca Neto)

quarta-feira, 15 de março de 2017

Luta de classes foi a força motriz de processos históricos no Brasil

Descrição para cegos: foto do professor Henrique Wellen olhando 
para a câmera. Ele está diante de uma parede onde há dois 
quadros. Em um deles se vê uma foto de Karl Marx. 
Foto: Luana Silva/Espaço Experimental
A afirmação é do professor Henrique Wellen, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, doutor em Serviço Social. Segundo ele, analisar esse fenômeno sociológico é fundamental para compreender a história. No Brasil, grandes acontecimentos foram desencadeados pela relação de exploração de uma classe sobre a outra. Segundo o professor, estudos da luta de classe são importantes para que os povos entendam seu passado e as opressões que sofrem. Ouça a entrevista que a repórter Luana Silva realizou para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Rebeca Neto)

domingo, 5 de março de 2017

Ex-ministra vê direitos reprodutivos e sexuais femininos ameaçados

Descrição para cegos: foto de Eleonora Menicucci olhando
 para a câmera.
       Eleonora Menicucci disse que as reformas adotadas pelo governo federal são hostis ao sexo feminino. Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres durante o mandato de Dilma Rousseff, ela considera que as mulheres são as mais ameaçadas, pois não têm direitos garantidos nas reformas do governo Temer. Ex-professora do Departamento de Ciências Sociais da UFPB, Eleonora Menicucci foi a homenageada do CCHLA Conhecimento em Debate.
        Ouça a entrevista que fiz com Eleonora para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Rebeca Neto)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Semana Elizabeth Teixeira hasteou a reforma agrária como bandeira

Descrição para cegos: foto de Bárbara Zen sorrindo para a câmera. 
Bárbara Zen, organizadora do evento e integrante da coordenação do Memorial das Ligas Camponesas, destacou a importância da comemoração. Para ela, a oportunidade de homenagear Elizabeth Teixeira é também um momento propício para discutir a reforma agrária. A homenagem engajou educadores e artistas paraibanos, que buscaram narrar os 92 anos de trajetória da líder camponesa. Poemas e canções marcaram o enredo da comemoração. Confira a entrevista que realizei com Bárbara Zen para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB, na qual ela anunciou campanha para financiar o anexo do Memorial das Ligas Camponesas. (Rebeca Neto)

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Como a OAB mudou de posição perante a ditadura

Descrição para cegos: A foto mostra a aluna do curso de Direito Stephany  Yohanne, que pesquisou a atuação da OAB durante a ditadura (Foto: Felipe Ramos/Espaço Experimental) 
De apoiadora do Golpe Militar de 1964 a ferrenha crítica do regime. Essa foi a trajetória da Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, durante os anos de chumbo. Mas se no início a entidade apoiou o golpe por influência dos seus presidentes da época, quando o jogo virou e a Ordem passou a ser alvo de perseguição por parte do governo dos militares, a instituição teve papel fundamental na retomada dos direitos retirados pelos atos institucionais e também no processo de redemocratização. O papel da instituição durante a ditadura militar foi objeto de estudo de diversos pesquisadores por todo o país. Uma delas foi a aluna Stephany Yohanne, do curso de Direito da Faculdade Leão Sampaio, de Juazeiro do Norte. Ela foi entrevistada pelo programa Espaço Experimental e explicou um pouco do que conseguiu levantar de informações sobre a atuação da OAB durante esse período obscuro da história do nosso país. Confira a entrevista concedida por Stephany ao repórter Felipe Ramos aqui. (Edgley Lemos)

domingo, 13 de setembro de 2015

Professores da UFPB criam Fórum Democracia, Direitos Humanos e Paz

Descrição para cegos:a foto mostra, da esquerda para a direita, Rodrigo Freire, Maria Luísa e Ademir Melo: integrantes e fundadores do Fórum Democracia, Direitos Humanos e Paz.
O objetivo principal do Fórum é contribuir para o debate em torno das questões essenciais do Brasil. Coordenado por professores da UFPB, objetiva discutir temas importantes envolvendo a conjuntura política nacional. O Fórum conta com a participação de três Centros da UFPB: os de Ciências Jurídicas e de Ciências Humanas e Letras, ambos do Campus de João Pessoa, e o de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, do Campus de Bananeiras, além do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da universidade. Também participam entidades como a Comissão de Direitos Humanos da OAB e as Comissões Estadual e Municipal da Verdade. O Fórum realiza na próxima quinta-feira sua primeira atividade: o lançamento no novo livro de Roberto Amaral, ex-ministro e dirigente histórico do PSB. O livro A Serpente Sem Casca – Da Crise à Frente Populartraz reflexões sobre o panorama político do Brasil. Sobre esse tema, produzi uma reportagem para o programa Espaço Experimental (Sandro Alves).


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ditadura Militar no Brasil é pano de fundo da peça Mercedes


Descrição para cegos: imagem mostra o cartaz de divulgação da peça, com o rosto dos atores lado a lado com feições sérias e óculos escuros.

Matéria produzida pela repórter Carolina Ferreira para o Espaço Experimental sobre a peça Mercedes do professor de teatro da UFPB Paulo Vieira.
A peça Mercedes tem como tema a Ditadura e traz também o canto e dança. Ela narra a história de uma militante do Partido Popular de Libertação que luta contra a ditadura militar no Brasil. Segundo Paulo Vieira, autor e diretor da peça, em Mercedes não encontraremos um recorte histórico da ditadura, mas a possibilidade de construção de um novo olhar sobre esse período da história do Brasil. (Polyanna Gomes)

 Para mais informações acesse o link


sábado, 30 de agosto de 2014

Grupo estuda influência das esquerdas na República Velha

Descrição para cegos: a imagem mostra o Professor e Pesquisador Giscard Agra olhando diretamente para a câmera.
Foto: Polyanna Gomes
O projeto de pesquisa visa, por meio do estabelecimento de diálogo entre literatura historiográfica e jurídico-constitucional, compreender os contextos cultural e intelectual em que cada uma das Cartas Constitucionais brasileiras foi produzida. As Esquerdas nos domínios de direita: anarquismo e comunismo na República Velha promove um resgate e uma reconstrução do cenário no qual elites intelectuais, partidos políticos e movimentos sociais atuavam no contexto nacional.

Em entrevista ao programa do Laboratório de Radiojornalismo da UFPB, o Espaço Experimental, o professor e orientador Giscard Agra explica o projeto. (Polyanna Gomes)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Projeto cria plataforma para divulgação de manifestações culturais

Descrição para cegos: 4 Folhetos expostos em uma mesa para divulgação da plataforma Pamin (Patrimônio, memória e interatividade)


A memória cultural é formada por heranças, sejam elas musicais, teatrais, de cinema, de danças, enfim, de toda manifestação que se associem a experiências coletivas, e ao conhecimento popular. O Brasil é conhecido mundialmente pela sua diversidade cultural, e foi pensando assim que o Pamin foi criado.

Pamin significa Patrimônio, Memória e Interatividade, e é um programa de extensão da Universidade Federal da Paraíba, financiado pelo Ministério da Educação em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan. O Pamin é uma plataforma digital que foi criada com apoio do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital da UFPB, o Lavid, para divulgação de manifestações artístico-culturais dos bairros periféricos da cidade de João Pessoa.

Em uma entrevista para o Programa Espaço Experimental do Laboratório de Radiojornalismo da UFPB, a coordenadora do programa Luciana Chianca fala sobre a plataforma e sua importância para a democratização do acesso às produções culturais da periferia.