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domingo, 31 de julho de 2016

Dzi Croquettes: herança cultural brasileira ignorada

Descrição para cegos - Cartaz do filme mostra perfil
de um dos integrantes do grupo Dzi Croquettes com
maquiagem exagerada e longos cílios postiços

Por Bianca Patrícia

Dzi Croquettes foi um grupo de teatro e dança que surgiu como um antagonismo no Brasil. O conjunto que enaltecia a ousadia artística em seus mais diversos sentidos iniciou suas atividades na fase considerada a mais opressiva da ditadura. Foi o período da instauração do AI-5 (Ato Institucional Nº 5), quando o governo autoritário militar, que havia assumido em 1964, dominou as liberdades individuais da forma mais rigorosa e violenta possível.
Em uma fase de maniqueísmo político muito parecida com a que vivemos atualmente, o conjunto, indo contra essa onda, trazia todas as pluralidades que uma pessoa pode carregar em si. Eram homens vestidos de mulheres que não se declaravam como nenhum dos dois sexos: eram pessoas. Andróginos, livres e à frente do seu tempo, foram uma lição e um sucesso da liberdade sexual que inspirou muitos e tem sido ignorado contemporaneamente.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ditadura Militar no Brasil é pano de fundo da peça Mercedes


Descrição para cegos: imagem mostra o cartaz de divulgação da peça, com o rosto dos atores lado a lado com feições sérias e óculos escuros.

Matéria produzida pela repórter Carolina Ferreira para o Espaço Experimental sobre a peça Mercedes do professor de teatro da UFPB Paulo Vieira.
A peça Mercedes tem como tema a Ditadura e traz também o canto e dança. Ela narra a história de uma militante do Partido Popular de Libertação que luta contra a ditadura militar no Brasil. Segundo Paulo Vieira, autor e diretor da peça, em Mercedes não encontraremos um recorte histórico da ditadura, mas a possibilidade de construção de um novo olhar sobre esse período da história do Brasil. (Polyanna Gomes)

 Para mais informações acesse o link


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Arquivo Miroel Silveira e a censura ao teatro


Descrição para cegos: imagem mostra protestantes com cartazes com frases como “censura não” e “teatro é cultura, cultura é liberdade”.
         Com a coordenação da professora Maria Cristina Castilho Costa e produção de conteúdo do professor Ferdinando Martins, funciona na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo o projeto Comunicação e Censura: análise teórica e documental de processos censórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da biblioteca da USP. O projeto teve início em 2009 com financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). O arquivo é responsável por estudar mais de seis mil processos de censura prévia ao teatro durante o período Vargas, de 1930 a 1945, e durante o início da ditadura, de 1964 a 1970. (Andrezza Carla)


Mais informações no link: http://www.eca.usp.br/ams/