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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Vladimir Herzog - 80 anos

Descrição para cegos: foto de escultura da Câmara Municipal de São Paulo em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog. É a silhueta de um homem com braços levantados e a face virada para cima.

Por Matheus Couto 

Nascido Vlado Herzog em 1937 na cidade de Osijsk, Iugoslávia, Vladimir Herzog foi jornalista e professor da USP. Migrou para São Paulo com sua família fugindo do nazismo, e lá naturalizou-se brasileiro.  
Com o golpe em 64, Vladimir resolveu viajar à Inglaterra com sua esposa, onde trabalhou na BBC e teve dois filhos. Voltou, então, em 1968 e foi Secretário de Cultura em São Paulo em 1975, ano que em que viria a morrer e se tornar um mártir da história brasileira. 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

VI Colóquio de Memória e Verdade, com Nazaré Zenaide

Descrição para cegos: foto da professora Nazaré Zenaide falando durante o colóquio. Ela aparece sendo captada pela câmera, que está em primeiro plano, em cujo visor pode-se ver sua imagem.

O VI Colóquio de Memória e Verdade, realizado no dia 30 de março de 2017 para a disciplina de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos, do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, teve como convidada a professora Nazaré Zenaide, docente do Departamento de Serviço Social da UFPB e integrante do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos e da Comissão Municipal da Verdade de João Pessoa. O Colóquio foi organizado por Cibelle Torres, Marcella Machado, Marisa Rocha, Matheus Couto e Rebeca Neto.

ASSISTA A SEGUIR AO COLÓQUIO

1- Ensino e construção da memória e da verdade
Neste vídeo, a professora destaca a importância dos estudos sobre Memória e Verdade para compreender o período da ditadura e para a construção da democracia, além de discorrer sobre o papel fundamental das disciplinas de Direitos Humanos nesse processo. Nazaré destaca ainda o papel das Comissões da Verdade no descobrimento dos crimes e violações do Regime Militar.


sábado, 17 de junho de 2017

A alucinação de Belchior e um chamado à juventude

Descrição para cegos: foto de Belchior tocando violão.

Por Matheus Couto 

Alucinação é o segundo álbum do músico cearense Belchior, lançado em 1976. Tem 10 faixas, algumas das mais famosas de sua carreira e é considerado por muitos a obra-prima de sua carreira, pois diversas dessas faixas foram regravadas por grandes nomes da música brasileira como Elis Regina.  

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Projeto resgata história de militantes que combateram a ditadura na Paraíba

Descrição para cegos: foto do professor Paulo Giovani olhando para a câmera. 
A pesquisa estudou as ações de determinados segmentos da sociedade civil durante os anos de chumbo na Paraíba. O estudo focou em grupos de estudantes, de trabalhadores e na igreja, que atuaram na oposição ao regime militar. O trabalho foi coordenado pelo professor do Departamento de História da UFPB Paulo Giovani, que conversou com o repórter Lucas Campos em entrevista produzida para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFPB. (Matheus Couto)

                                    

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Filhos da ditadura

 
Descrição para cegos: ilustração mostra a silhueta de duas crianças cabisbaixas, de perfil, sentadas uma de costas para a outra. 

A ditadura de 64 trouxe traumas não só àqueles que a combatiam e lutavam pelo seu fim, mas também aos seus entes. Todos aqueles que conviviam com essas pessoas também sofreram os efeitos do regime de opressão, e esses efeitos atingiram, principalmente, as crianças que tiveram suas rotinas diretamente afetadas. O Jornal GGN lançou uma série de entrevistas em vídeo que resgata a memória dessas crianças, hoje adultos, contribuindo para a construção da memória desse momento da história brasileira, cada qual com sua bagagem desse período que não deve ser esquecido. Para conferir as entrevistas do Crianças da Ditadura, clique no link. (Matheus Couto)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Maio 68: Raimundo Sodré e a juventude revolucionária


Descrição para cegos: foto de uma multidão predominante de jovens em torno de veículos militares blindados, estacionados em um espaço cercado de prédios.
Por Matheus Couto 

Em maio de 1968, a juventude mundial iniciou um movimento de tomada das ruas em protestos contra o status quo. Na França, uma greve geral; nos Estados Unidos, uma resposta contrária à Guerra do Vietnã; e no Brasil, a luta contra o regime militar em processo. Esta época de efervescência veio a se tornar uma das fases mais marcantes do século XX pelas suas proporções mundiais e causou efeitos e influências em diversas sociedades, desde o seu início até os dias de hoje. 
A canção Maio 68composição de Jorge Portugal gravada pelo músico baiano Raimundo Sodré, aborda esse período referenciando poeticamente o caloroso e árduo processo vivido pela sociedade e a juventude daquela época no Brasil e no mundo simultaneamente.  

sábado, 4 de março de 2017

Evento celebrou aniversário e história de líder camponesa

Descrição para cegos: foto de João Fragoso sorrindo para a câmera.
A Semana Elizabeth Teixeira teve início no último dia 13 de fevereiro com o relançamento do livro Elizabeth Teixeira, Mulher da Terra, de Ayala A. Rocha, na Sala Aruanda, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB, campus de João Pessoa e seguiu com programação até o dia 18.
A arrecadação das vendas dessa tiragem do livro, que teve apoio da Editora do CCTA, será totalmente revertida para a construção do anexo do Memorial das Ligas Camponesas. Outros eventos ocorridos durante a semana foram, entre outras atividades, um show reunindo os artistas Adeildo Vieira, Banda Manégrafia, Coral Voz Ativa, Escurinho, Gláucia Lima, Milton Dornellas, Seu Pereira e Totonho, bem como a exibição do filme Cabra Marcado Para Morrer, de Eduardo Coutinho.